Políticas agrícolas sustentáveis e bioinsumos: evidências empíricas

Autores/as

Palabras clave:

defensivos biológicos, inoculantes, política pública, sustentabilidade

Resumen

Este estudo analisa os determinantes da adoção de bioinsumos (defensivos biológicos e inoculantes) no Brasil e a estrutura de seu mercado, utilizando modelos Logit e Diferenças-em-Diferenças com dados estaduais (2014–2023). Os resultados indicam que a adoção de defensivos biológicos associa-se mais a fatores técnicos e de escala produtiva, enquanto a de inoculantes responde principalmente ao crédito sustentável e a variáveis econômicas. Políticas como o Plano ABC e o PNB mostraram influência indireta, mas não causal, na adoção. A análise de concentração revelou um mercado competitivo para inoculantes, mas moderadamente concentrado para defensivos. Conclui-se que o crescimento do setor é mais impulsionado por dinâmicas de mercado do que por políticas públicas, destacando a necessidade de melhor articulação entre regulação, crédito e assistência técnica.

Publicado

2026-09-14

Cómo citar

Rangel, L. E. P., Lima, J. L., Pena Júnior, M. A. G., Silva, W. H., & Silva Junior, L. H. (2026). Políticas agrícolas sustentáveis e bioinsumos: evidências empíricas. Revista De Política Agrícola, e02091. Recuperado a partir de https://rpa.sede.embrapa.br/RPA/article/view/2091