Política agrícola brasileira e os acordos SPS e TBT da OMC Padronização ou proteção?

Autores

  • Lélis Maia Brito professor assistente da Universidade Federal de Ouro Preto.
  • Orlando Monteiro Silva professor titular da Universidade Federal de Viçosa.

Palavras-chave:

agronegócio, barreiras não tarifárias, notificações.

Resumo

O objetivo deste estudo é a análise das medidas regulatórias notificadas pelo Brasil, no agronegócio, aos acordos de barreiras sanitárias e fitossanitárias (SPS) e técnicas (TBT) da OMC, de 1995 a 2014. A análise das notificações levou em consideração algumas identificações: produto, principais seções do Sistema Harmonizado, justificativa, instituições emissoras e destino. Os resultados obtidos mostraram que há crescimento contínuo das notificações emitidas pelo Brasil sob as justificativas de prover alimentos seguros e proteção à saúde humana, animal e vegetal. O estudo conclui que as medidas regulatórias emitidas pelas instituições governamentais são na realidade reflexo das ações e funções do Estado que visam proporcionar ganhos aos consumidores e produtores.

Biografia do Autor

  • Lélis Maia Brito, professor assistente da Universidade Federal de Ouro Preto.
    Doutorando em Administração de Empresas, professor assistente da Universidade Federal de Ouro Preto.
  • Orlando Monteiro Silva, professor titular da Universidade Federal de Viçosa.
    Engenheiro-agrônomo, Ph.D. em Economia, professor titular da Universidade Federal de Viçosa.

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Edição

Seção

Artigo Científico

Como Citar

Brito, L. M., & Silva, O. M. (2016). Política agrícola brasileira e os acordos SPS e TBT da OMC Padronização ou proteção? Revista de Política Agrícola, 25(2), 103-122. https://rpa.sede.embrapa.br/RPA/article/view/1128

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